... ou a arte de bem fazer política à portuguesa

Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
O poder do voto!

No próximo domingo, nós, cidadãos eleitores, teremos nas mãos o poder de decidir que futuro queremos para o nosso país. Mais do que um dever, o poder de votar é um direito do qual não deveremos abdicar nunca, sob pena de estarmos a trair todos aqueles que ao longo de séculos e séculos lutaram para que esta fosse uma faculdade universal. Não nos esqueçamos da História. Dos períodos em que só os detentores de determinados títulos nobiliárquicos, académicos, de riqueza ou pertencentes ao chamado sexo forte (?!), poderiam decidir quem queriam que os representasse.

 

 

No próximo domingo, nós, cidadãos eleitores, teremos na mão o poder de nomear quem queremos que nos represente na Assembleia da República e qual o partido que queremos que nos governo nos próximos quatro anos. Queimados que estão os últimos cartuchos de duas semanas de campanha eleitoral, é tempo de esquecermos as arruadas, os comícios-espectáculos, os discursos floreados e reflectirmos verdadeiramente nas propostas de cada uma das candidaturas, analisar o percurso de cada um dos candidatos e decidir em consciência o que consideramos ser o melhor para o futuro do país. Essa é uma responsabilidade à qual não podemos, não devemos fugir. O voto é um instrumento demasiado poderoso para que deixemos o utilizar.




Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008
Livro de reclamações ou livro de condenações?

                                   O caso vem relatado hoje em todos os jornais. Uma médica do Centro de Saúde de Matosinhos foi condenada em tribunal por ter posto em causa o "prestígio, crédito e confiança" de um restaurante onde assinara o Livro de Reclamações por considerar que fora mal servida. Livro esse que só lhe foi entregue pelos responsáveis do estabelecimento, após ter efectuado um telefonema à PSP a denunciar a recusa na apresentação do mesmo. Trocado por miúdos, a médica foi condenada por exercer um direito de cidadania que os responsáveis do restaurante tentaram, em primeira instância, evitar que ela o exercesse.

Há uns anos, também eu me vi no direito de exigir o Livro de Reclamações num restaurante no Bairro Alto (Lisboa) por considerar que tinha sido preterida em relação a clientes habituais. Também no meu caso, Livro de Reclamações só me foi entregue cerca de uma hora depois de o ter pedido, após reclamar alto e bom som para que todos percebessem o que se estava a passar e depois de eu ter iniciado um telefonema para a Polícia. Além de ter assinado o Livro de Reclamações, expus o caso a várias entidades com responsabilidade no sector, mas nunca me foi dado a conhecer o desfecho deste caso.

Perante tudo isto, o cidadão pergunta: para quê, então, a existência de um Livro de Reclamações? Por que é que o Portal do Cidadão afirma que o Livro de Reclamações "torna mais célere a resolução de conflitos entre os consumidores e os agentes económicos" se os primeiros quase nunca têm conhecimento do desfecho das suas queixas e ainda correm o risco de ser condenados por difamação?


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"Génese e desenvolvimento do movimento feminista português (1890-1930)", dissertação de mestrado em História do século XX, FCSH/UNL, Abril de 2005
Em co-autoria: "Memórias da Siderurgia - Contribuições para a História da Indústria Siderúrgica em Portugal", coordenação Maria Fernanda Rollo, ed. História e Câmara Municipal do Seixal, 2005
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