... ou a arte de bem fazer política à portuguesa

Segunda-feira, 25 de Maio de 2009
Um exemplo a seguir!

Num mundo em que o desemprego cresce de forma galopante, em que o patronato usa e abusa de esquemas mais ou menos legais para pressionar os trabalhadores e em que o bem-estar deste é a última das preocupações (se é que alguma vez o foi), ainda parecem existir excepções à regra.

 

 

A Google, já considerada uma das melhores empresas do mundo para trabalhar, resolveu identificar os trabalhadores que se sentem desmotivados e perceber as suas razões,  tentando assim evitar possíveis demissões. Porque se trata de uma empresa que acredita que o capital humano é, de facto, o que faz a diferença. Temendo  mais fugas de recursos humanos para empresas concorrentes, a Google está apostada em manter os seus quadros e em dar-lhes ainda melhores condições de trabalho.

 

Sem dúvida, um exemplo que deveria ser seguido!




Domingo, 26 de Outubro de 2008
Porque hoje é domingo...

 

 

Quem não gosta de uma revigorante massagem depois de um fatigante dia de trabalho? Divirtam-se!

 

 

 

 

 


Jamé...:


Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008
O suicídio dos polícias... e não só!

Na sua habitual crónica no diário "24 horas", Joaquim Letria dissertava hoje sobre os recentes casos de suicídio entre elementos das forças de segurança, recordando que só no espaço de cinco dias cometeram suicídio três militares da GNR e um agente da PSP. Recusando o argumento de que tais actos se deveram a "problemas passionais", Joaquim Letria critica a insuficiência do apoio médico e a desatenção das chefias destas forças de segurança para este tipo de situações. Infelizmente, não são casos únicos.

 

 

Cada vez mais, as empresas e instituições olham para os seus colaboradores não como seres humanos que são, mas sim como meros instrumentos de produção, facilmente descartáveis, facilmente substituíveis. A pressão a que todos nós somos diariamente sujeitos, o número de horas que vivemos nos nossos locais de trabalho, as ordens e contra-ordens que recebemos, a falta de diálogo entre os diversos níveis de hierarquia e o ouvir e calar a que somos obrigados levam-nos muitas vezes a cometer actos destes ou semelhantes.

 

 

As empresas e instituições desumanizaram-se. Não têm tempo, nem espaço para perceber por que razão um dos peões anda para a direita, quando todos os outros caminham para a esquerda. Limitam-se simplesmente a colocá-lo de lado e a substituí-lo. Atendendo à crise económico-financeira que o país atravessa, à precariedade no emprego e à falta de aposta na saúde mental dos portugueses, surpresa é que a taxa de suicídios em algumas categorias profissionais ou os casos de actos tresloucados não tenham aumentado.


Jamé...:


Sábado, 19 de Janeiro de 2008
O que nasce torto...

"A lei do tabaco é clara nos seus objectivos, mas é de leitura difícil"

(Francisco George. director-geral da Saúde in Público de hoje)

"Não posso assegurar que os casinos não vão conseguir uma excepção mais favorável"

(Francisco George, director-geral da Saúde in Diário de Notícias de hoje)

 

Diz o povo que "o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita". Parece ser o caso da nova Lei do Tabaco, que desde que começou a ser aplicada, no início do ano, ainda não deixou de causar polémica, nem de ser sujeita a múltiplas interpretações. As declarações do director-geral da Saúde, Francisco George, publicadas hoje nos jornais em nada contribuem para o esclarecimento dos portugueses e muito menos para apaziguar os ânimos. Ao admitir que a legislação não é de fácil interpretação, Francisco George está a admitir que esta pode ser lida à luz dos mais diversos interesses. E parece que é por esse caminho que se está ir! Depois da polémica em torno do fumo nos casinos, espoletada pelo facto de o director-geral da ASAE ter sido apanhado a fumar no Casino Estoril -, parece que agora as discotecas poderão ser também locais de excepção, uma vez que são considerados "recintos de diversão". Acontece que estes recintos são também locais de trabalho e nesta matéria em concreto, a lei é taxativa: é proibido fumar nos locais de trabalho. Assim sendo, como harmonizar os dois direitos num mesmo espaço? À custa de tanta excepção Francisco George vai conseguindo adiar a promessa feita aos portugueses: a de que se demitiria caso a Lei do Tabaco não fosse cumprida.


Jamé...: Confusa


Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008
Se dúvidas existissem... ainda a lei anti-tabaco

Se os portugueses ainda tivessem dúvidas de que os edifícios onde estão instalados serviços ou organismos da Administração Pública ou órgãos de soberania não são locais de trabalho, estas ficaram devidamente esclarecidas com a publicação da nova Lei do Tabaco. Vejam só o que diz o artigo 4º... Anda o Governo a tentar convencer o povo que trabalha, para o legislador estragar tudo.

Como diria o saudoso Fernando Pessa: E esta, hein?!


Jamé...: Eh! Eh! Eh!


Me, myself & I
Pesquisar neste blog
 
Junho 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30


Posts recentes

Um exemplo a seguir!

Porque hoje é domingo...

O suicídio dos polícias.....

O que nasce torto...

Se dúvidas existissem... ...

Memórias

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

tags

todas as tags

Outros Jamé!
Bibliografia
"Génese e desenvolvimento do movimento feminista português (1890-1930)", dissertação de mestrado em História do século XX, FCSH/UNL, Abril de 2005
Em co-autoria: "Memórias da Siderurgia - Contribuições para a História da Indústria Siderúrgica em Portugal", coordenação Maria Fernanda Rollo, ed. História e Câmara Municipal do Seixal, 2005
É @ visitante nº...
Free Counter
Free Counter
Publicidade

Visit Animal friends from Europe
Locations of visitors to this page
Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds