... ou a arte de bem fazer política à portuguesa

Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009
Casa das Consciências Tranquilas

 

 

A expressão é de um motorista de táxi que ontem me conduziu à Assembleia da República e, se reflectirmos um pouco, não é de todo disparatada. Mais! Ao termo "tranquilas" atrever-me-ia a acrescentar o termo "relaxadas".

 

Não frequento muito aquela que é a casa dos deputados da Nação, mas nessas poucas vezes saí sempre com um sentimento de profundo desânimo e até mesmo de vergonha em relação à postura dos nossos representantes nas reuniões de trabalho. E onte, durante a audição do governador do Banco de Portugal em sede de Comissão Parlamentar de Orçamento e Finanças, assisti, uma vez mais, ao laxismo e à falta de respeito dos nossos deputados para com os intervenientes e para com a instituição que representam.

 

Desde entrarem e saírem constantemente da sala para falar ao telemóvel ou, pior, falarem ao telemóvel no interior da sala enquanto decorria a audição (há um deputado de Direita que bate todos os recordes!); desde conversarem entre si, alto e bom som, e até mesmo soltarem sonoras gargalhadas (neste item, uma deputada de Esquerda ganha a todos), até navegarem na Internet ou escreverem um qualquer trabalho académico ou artigo político; desde assinarem a folha de presenças e saírem a meio das reuniões; há de tudo um pouco.

 

Cada vez mais me conveço que, de facto, não são necessários tantos deputados na Assembleia da República se o seu papel se limita a preencher o quórum. Como diz o velho ditado: "Vale mais poucos e bons do que muitos e maus".




Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008
PSP de Vila Franca de Xira

Desde que foi criada, no final do ano passado, a Divisão da PSP de Vila Franca de Xira tem desenvolvido uma importante política de informação junto dos munícipes da sua área de jurisdição. Em meio ano, editou e distribuíu duas brochuras com informação sobre o trabalhos que os seus elementos desenvolvem diariamente, bem como os respectivos contactos da sede da divisão, das esquadras que a integram, bem como o número de telemóvel dos agentes afectos ao programa Equipas de Proximidade e Apoio à Vítima (EPAV).

 

 


Jamé...:


Terça-feira, 30 de Setembro de 2008
TMN e a protecção dos dados pessoais

Garantem-nos confidencialidade e protecção total dos nossos dados pessoais. Mas na era das novas tecnologias todos os cuidados são poucos relativamente a estas matérias. E muitas vezes, as empresas e entidade que deveriam dar um exemplo nesta área, são as primeiras a quebrarem as regras.

 

 

Recentemente, um familiar meu comprou um cartão TMN. Quando tentou registar-se na página web da empresa como um novo utilizador, o pedido foi recusado porque aquele número de telemóvel - que ele acabara de comprar - já estava registado. Através do mesmo site, e fornecendo o seu e-mail, solicitou a password do registo, que lhe foi prontamente enviada. E na posse dessa palavra-passe entrou, finalmente, como utilizador. Qual não foi o seu espanto ao verificar que o seu número de telemóvel que estava registado em nome de uma pessoa que mora em Lisboa (na zona das Laranjeiras) e que, além do nome e morada completos, tinha acesso ao seu número de identificação bancária.

 

 

O que se passou? Provavelmente, há muitos anos, aquele número de telemóvel terá pertencido a outra pessoa. Uma vez que não era utilizado há muito tempo (não sei qual o período obrigatório), a TMN reactivou o número e vendeu-o. Esqueceu-se, no entanto, de eliminar o antigo registo na sua página web, permitindo que o novo utilizador tivesse acesso a este. Imaginem só se o cartão fosse vendido a alguém menos escrupuloso, que utilizassem esses dados pessoais para fins menos legais.

 

 

Depois deste caso, passei a ser ainda mais cuidadosa no que diz respeito a facultar os meus dados pessoais via net. E aconselho: se perderem ou vos roubarem ou desistirem de um número de telemóvel, tenham o cuidado de verificar se os vossos registos nas respectivas operadoras são devidamente destruídos e não ficam disponíveis a qualquer um. Não vá o diabo tecê-las!

 




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