... ou a arte de bem fazer política à portuguesa

Terça-feira, 25 de Maio de 2010
Haja coerência!

Há decisões de gestores de empresas públicas difíceis de aceitar. Uma delas diz respeito à teimosia (porque apenas disso se trata) da administração do Metropolitano de Lisboa em não conceder o prolongamento do serviço às sextas-feiras e sábados até de madrugada, como há alguns anos é pedido por centenas de subscritores de uma petição que corre online. Isto quando, em situações consideradas excepcionais (leia-se, lucrativas), como é actualmente o Rock in Rio - Lisboa, se prolonga o serviço para lá das quatro da madrugada. Ao que consta, não é por isso que a segurança dos utentes tem estado em causa. Por isso, não colhe o argumento da empresa de que duas ou três horas não são suficientes para realizar os trabalhos de manutenção e de limpeza das vias e das carruagens.

Haja coerência! 




Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009
Manhã de terror no Metro de Lisboa

São 8.30, hora de ponta em qualquer cidade do mundo. Lisboa não é excepção. Uma jovem, já um pouco atrasada para o emprego, corre escada abaixo quando houve o metro apitar. Como ela, outras pessoas, também apressadas. Estão na estação de Santa Apolónia. Esta jovem consegue entrar no metro mesmo a tempo de não ser literalmente trucidada pelas portas da comboio, mas a mala que leva na mão não teve tanta sorte e fica presa.

 

Tanto a jovem como os restantes utentes que se apercebem do caso alertam o maquinista e pedem para que abra as portas, de forma a que a jovem possa recolher a mala. Em vão! O maquinista faz orelhas moucas.

 

O segurança, que se encontrava na plataforma e assistiu a tudo, insiste com o maquinista e lembra-lhe que é contra as regras de segurança viajar naquelas condições. Uma vez que a mala está do lado de fora, pode ficar presa a um qualquer objecto ao longo da viagem. Em vão! O maquinista faz orelhas moucas.

 

Dentro do comboio, ele é rei e senhor. É ele quem decide o que fazer e quando. Quer lá saber dos avisos dos outros. Ali, quem manda é ele. E, por isso, a jovem viajou com a mala do lado de fora da porta desde a estação de Santa Apolónia até à Amadora (estação terminal)! E, mais uma vez, não quis saber das críticas dos outros.

 

Esta pode parecer a sinopse de um livro ou de um filme, mas não é. O episódio é verdadeiro e aconteceu recentemente no Metro de Lisboa.




Me, myself & I
Pesquisar neste blog
 
Junho 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30


Posts recentes

Haja coerência!

Manhã de terror no Metro ...

Memórias

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

tags

todas as tags

Outros Jamé!
Bibliografia
"Génese e desenvolvimento do movimento feminista português (1890-1930)", dissertação de mestrado em História do século XX, FCSH/UNL, Abril de 2005
Em co-autoria: "Memórias da Siderurgia - Contribuições para a História da Indústria Siderúrgica em Portugal", coordenação Maria Fernanda Rollo, ed. História e Câmara Municipal do Seixal, 2005
É @ visitante nº...
Free Counter
Free Counter
Publicidade

Visit Animal friends from Europe
Locations of visitors to this page
Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds