... ou a arte de bem fazer política à portuguesa

Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009
E agora, sr. Presidente?

Depois de ter dirigido críticas tão contundentes a figuras proeminentes do PS e ao próprio Governo socialista sobre a criação de climas de suspeição e manipulação de factos/notícias, tem o Presidente da República condições para dar posse a um novo Governo socialista? Que tipo de convivência poderá existir entre duas instituições que se atacam e criticam mutuamente? Que confiança podem ter os portugueses nestas instituições?




Terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Cavaco falou, mas não disse nada

Como milhares de portugueses, às oito em ponto lá estava eu diante do televisor expectante quanto à declaração do Presidente da República sobre o caso das alegadas escutas de Belém. O facto de ser uma comunicação ao país e não uma conferência de imprensa, o que impedida a colocação de perguntas por parte dos jornalistas, não augurava nada de bom. Cavaco queria honrar a palavra, de que falaria após as eleições, mas não queria que lhe colocassem perguntas incómodas, às quais não queria (ou saberia) responder.

 

Cavaco acabou por falar, mas não disse nada. Tal como milhares de portugueses, não percebi se desconfia ou não de que está (ou esteve) sob vigilância, não entendi por que razão mandou inspeccionar e reforçar a segurança do seu e-mail, por que não demitiu Fernando Lima e outras questões importantes. Cavaco saiu muito mal na fotografia. Se, de facto, suspeitava que estava a ser vigiado, deveria ter agido na altura, utilizando os meios que tem à sua disposição. Se não suspeitava e o seu assessor se excedeu, deveria demiti-lo e não apenas afastá-lo da assessoria de imprensa. Será que algum dia os portugueses saberão o que realmente se passou? 




Sexta-feira, 31 de Julho de 2009
Os recados de Cavaco

O presidente da República tem lançado diversos avisos sobre a (má) qualidade das leis que se produzem em Portugal. O recente chumbo por parte do Tribunal Constitucional sobre o Estatuto dos Açores veio conferir-lhe razão neste aspecto e dar-lhe nova oportunidade para chamar a atenção sobre este assunto. Não é o facto de determinado diploma ser aprovado por uma maioria parlamentar que o torna imune a inconstitucionalidades ou a contradições. Cabe ao presidente da República estar atento. Resta saber se Cavaco Silva manteria a mesma atenção e conduta caso estivessemos perante uma maioria parlamentar de direita e não de esquerda. Fica a dúvida!

 

 

 

P.S. - Finalmente, o sistema de ar condicionado do Metropolitano de Lisboa começou a funcionar. Viaja-se muito melhor agora!




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