... ou a arte de bem fazer política à portuguesa

Sábado, 21 de Março de 2009
Sugestão de Cinema/Leitura

Quem gostar de animais, como eu, não deve perder "Marley & Eu", que estreou na quinta-feira. Baseado no livro com o mesmo nome, retrata a vida daquele que é considerado o pior cão do mundo pela família Grogan, que o odeia e ama ao mesmo tempo. Mas "Marley & Eu" é muito mais do que isso. É sobretudo um filme sobre o amor, a compaixão, o companheirismo, a felicidade, a amizade, o sentido de família. Se se emociona facilmente, aconselho a levar vários maços de lenços de papel.

 

 

Depois de ver o filme, por que não (re)ler o livro? Tem mais episódios e pormenores do que o filme e é uma boa forma de relaxar. É um outro modo de entrar nesta história envolvente. Eu li o livro assim que ele foi publicado em Portugal e adorei. Mas eu sou suspeita, claro, adoro animais!




Terça-feira, 3 de Março de 2009
We Care For Animals

Denúncie o abandono e os maus tratos dos animais. Divulgue esta campanha junto da sua família, amigos e conhecidos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais cartazes em http://wecare4animals.blogspot.com

 




Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009
A crise e o abandono de animais

Um dos sinais mais fiáveis de que a crise económico-financeira bateu à porta das famílias portuguesas poderá ser o aumento do número de animais abandonados. Basta estar atento aos jornais e ao trabalho das várias associações de acolhimento de cães e gatos desamparados e aos canis municipais para perceber que, de facto, há uma correlação directa entre uma e outra. As famílias vêem os seus rendimentos diminuir e começam a cortar nas despesas que consideram supérfluas, neste caso, as que dizem respeito à alimentação e cuidados médicos dos seus animais de estimação.

 

 

Este é, para mim, um assunto bastante caro. Não entendo, nem quero entender, como é possível alguém abandonar aquele que é um companheiro fiel, muitas vezes, mesmo quando maltratado e agredido. Desde criança que vivo rodeada de animais, a maioria dos quais adoptados, e não me imagino a viver sem a presença deles. A minha actual cadela, a Pantufa, foi encontrada junto a um contentor do lixo juntamente com os irmãos, há mais de oito anos e, desde então, permanece comigo. Acreditem que é uma óptima companheira, nas boas e nas más horas. Tenho também uma ave, a Lira, da família dos papagaios, que viu o seu futuro negro quando a dona morreu e a família não tinha muita vontade de ficar com elas. E ainda uma rola-da -índia fêmea que um dia se enamorou da rola macho que eu já tinha e que não saía de perto da gaiola deste.

 

 

Sempre que posso, tento sensibilizar a família, os amigos e os colegas para a importância da adopção de animais abandonados e dos benefícios que estes trazem ao bem-estar pessoal e familiar. Sempre que posso, encaminho as iniciativas das associações de defesa dos animais e os divulgos os pedidos de ajuda que me chegam das mais variadas formas. Hoje, decidi aproveitar este espaço para divulgar mais um, respeitante a duas ninhadas (8 cães no total) abandonadas na Quinta da Beloura, em Sintra. Deixo-vos aqui duas fotos. Quem puder ajudar e esteja interessado em mais informações, contactem-me através do e-mail fatima.mariano@gmail.com

 

 

 




Sábado, 1 de Novembro de 2008
Para o deputado Paulo Rangel

A propósito da entrevista que o deputado do PSD deu ao semanário SOL, na semana passada, em que defendeu que os animais não têm direito a ter direitos e que espectáculos violentos com recurso a animais devem ser preservados em nome da tradição, aconselho-o a ver muita atenção as seguintes fotos, que mostram o quanto os animais podem ser tão ou mais humanos do que os próprios homens.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008
Tiro ao pombo

Algumas Câmara Municipais encontraram uma forma económica de acabar com as populações de pombos que vivem nas cidades: matando-os a tiro. Em Beja, por exemplo, nas últimas três semanas foram abatidas 4000 destas aves através deste método, tendo a autarquia gasto apenas mil euros na compra dos cartuchos. Em Moura, outro concelho alentejano, esse número vai já nos 2500 pombos. As aves são abatidas por grupos de caçadores que, assim fazem o gosto ao dedo e treinam sem gastos adicionais, uma vez que os cartuchos são fornecidos pelas autarquias.

 

 

Não nego que os pombos se possam tornar uma praga, uma vez que facilmente se reproduzem, nem nego que causam problemas nos edifícios e podem tornar-se num caso de saúde pública (embora não tão grave como muita gente por vezes quer fazer crer). Mas matá-los desta forma, tendo apenas em conta o lado económico da questão, é um acto bárbaro, próprio de quem não respeita os animais. O que acontece se o tiro acertar de raspão ou atingir o pombo de uma forma não letal? Deixam-no simplesmente a sofrer até que a morte chegue?

 

 

Ainda recentemente, numa das mais belas praças de Setúbal (a Praça du Bocage), encontrei dezenas de pombos, alguns moribundos, outros já mortos. Alegadamente, devido a veneno que lhes terão colocado na água. Não imaginam o horror com que adultos e crianças olhavam para aquele cenário de horror, impotentes perante o olhos dos pombos moribundos.

 

 

Há métodos menos dolorosos e menos bárbaros para reduzir as populações de pombos, nomeadamente, colocando na comida produtos que impeçam a reprodução das aves. Mas, infelizmente, nestes casos, as Câmaras Municipais preocupam-se mais com a questão económica, como se os pombos não fossem animais de plenos direitos como todos os outros. E há ainda quem se divertida com tudo isto. Infelizmente, é o país que temos! 


Jamé...:


Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008
A dúvida

Não se trata de uma dúvida existencial, mas quase. O sinal que vos mostro na foto encontra-se no Parque Isidoro Guedes, em Lamego, na zona relvada. Nunca vi sinal semelhante, apesar de já ter viajado muito por este Portugal fora e não só. Confesso que tenho algumas dúvidas quanto ao seu significado. A minha mãe acha que quer dizer que é proibida a presença de animais no parque, mas a verdade é que noutras zonas existem placas a dizerem precisamente isso: "Proibida a entrada de animais". A mim parece-me mais que o sinal pretende dizer que os animais não devem fazer as suas necessidades nas áreas onde se encontram estes sinais. Mas a dúvida persiste. Alguém pode esclarecer-nos?


Jamé...:


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