... ou a arte de bem fazer política à portuguesa
Terça-feira, 31 de Março de 2009
Papa devia aconselhar-se com o bispo de Viseu

Haja alguém no seio da Igreja Católica que conheça a vida real do seu rebanho e não se limite a debitar preceitos éticos e morais totalmente desfasados da realidade, assentes em pilares carcomidos! Depois de ter defendido que o uso do preservativo por pessoas infectadas com doenças sexualmente transmíssiveis é uma obrigação moral, o bispo de Viseu diz que respeita o divórcio como última solução para casos de violência doméstica. E assenta esta sua convicção no aumento preocupante deste tipo de crime. A hierarquia da Igreja Católica tem-se mostrado preocupada com as posições de D. Ilídio Leandro, quando devia era ouvi-lo atentamente e aprender algo sobre a vida real.




Domingo, 29 de Março de 2009
Porque hoje é domingo...

 

 


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Sábado, 28 de Março de 2009
Sugestão de Passeio

                                                                                 Para quem co

nhece e que não conhece, recomendo vivamente uma visita à cidade do Porto. Com a mente livre de preconceitos, a máquina fotográfica ao peito e muita vontade de caminhar. O Porto tem muito que se ver, sentir e cheirar. Verdadeiramente imperdível!

 

 

 


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Sexta-feira, 27 de Março de 2009
Curso de Medicina Legal - III

E chegou ao fim, com muita pena minha! No próximo ano, haverá novo Curso Livre de Medicina Geral na Universidade Portucalense, com novas temáticas. Aconselho sinceramente a todos quantos se interessam por esta temática.




Quinta-feira, 26 de Março de 2009
Mau serviço dos STCP

Por força das circunstâncias, esta semana tornei-me cliente diária dos STCP (Serviço de Transportes Colectivos do Porto) e fiquei muito desiludida. A começar pelos autocarros, que têm o corredor tão estreito que mal dá para uma pessoa se encaixar, quanto mais se cruzar com outra, e a acabar pela inexistência de pegas nos varões horizontais onde as pessoas de mais baixa estatura de possam segurar quando viajam em pé.

 

 

Mas a pior experiência ocorreu esta tarde, a meio caminho de casa. O autocarro em que seguia foi abalroado por uma viatura ligeira de mercadorias. Nada de muito grave, apenas chapa, e a condutora do outro veículo deu-se imediatamente como culpada. Mas, claro, houve que perder tempo a preencher a papelada e a paciência dos passageiros, cansados após um dia de trabalho ou de estudo, facilmente se esgotou. E com razão!

 

 

Apesar de o motorista ter comunicado à empresa que tinha sofrido um acidente, no local X e que tinha passageiros a bordo, os STCP não enviaram um veículo de substituição, de modo a que os passageiros (que tinham já pago a viagem) fossem o menos possível penalizados com o acidente. Pior ainda foi o facto de o autocarro da mesma carreira que fazia o horário seguinte ao do nosso, ter passado pelo colega acidentado e ter, pura e simplesmente, ignorado, quer o colega, quer os passageiros que este transportava. Uma verdadeira falta de respeito para com os passageiros por parte de uma empresa que se diz moderna e atenta às necessidade dos seus clientes!




Quarta-feira, 25 de Março de 2009
Curso de Medicina Legal - II

Terceiro dia de palestras! Foi bastante enriquecedor para me ajudar a entender muitos dos conceitos que utilizo na minha actividade profissional e que, muitas vezes, não entendia muito bem o seu significado ou tinha mesmo uma  ideia errada deste. Mais do que isso, foi importante para perceber como muitas vezes nós, jornalistas, prestamos informações erróneas inconscientemente, não raras vezes induzidos por quem não nos devia prestar essas informações erradas.

 

O exemplo mais caricato com que me deparei nestes três dias de curso foi o de autópsia preliminar. Ontem, ouvi atentamente a palestra do prof. J. Pinto da Costa sobre a autópsia médico-legal, as suas quatro etapas e porque ordem estas devem ser realizadas. Hoje, perguntei-lhe (porque não tinha ficado esclarecida neste ponto) o que se entende por "autópsia preliminar". Respondeu-me que... este conceito é vazio de significado, não tem qualquer valor científico. Repliquei, dizendo que na maioria dos casos, quando os jornalistas questionam os órgãos de polícia criminal, os magistrados ou os advogados, sobre as prováveis causas de morte em casos criminais, a resposta que quase sempre obtemos é: "A autópsia preliminar não foi conclusiva!"

 

 

A estas minhas palavras, o prof. J. Pinto da Costa afirmou tão somente que esta resposta apenas quer dizer que ainda nada foi feito em termos de investigação criminal. Que dizer "autópsia preliminar" é equivalente a dizer que "uma mulher teve um parto preliminar" (sic)! Confesso que esta explicação me deixou num terrível dilema. Que deverei fazer na próxima vez que um órgão de polícia criminal, um magistrado ou um advogado me der esta resposta:

 

1 - Rio-me e peço para parar com a brincadeira?

 

2 - Peço para me explicar o que é uma autópsia preliminar?

 

3 - Chamo ignorante ao meu interlocutor e contraponho, dizendo que não existe tal coisa?

 

4 - Ignoro e, apesar de ter consciência, persisto no erro, dando uma informação errada aos leitores e passando uma imagem de ignorância?

 

Confesso que não sei...




Terça-feira, 24 de Março de 2009
Curso de Medicina Legal - I

O Curso Livre de Medicina Legal na Universidade Portucalense - Infante D. Henrique está a superar as minhas expectativas pela positiva. as comunicações têm sido muito interessantes e ricas do ponto de vista formativo e informativo, os oradores são dos melhores peritos em cada uma das diversas áreas em estudo (patologia forense, antropologia forense, odontologia forense, psicologia forense, etc., etc., etc.). Recomendo vivamente a frequência deste curso a todos os que estão ligados à área do direito, da segurança, estudantes de medicina, enfermagem ou de direito e, claro, também a jornalistas.

 

 

Nós, profissionais da comunicação social, lidamos quase diariamente com notícias ligadas ao crime/ciência forense e muitas vezes manifestamente um quase total desconhecimento sobre o assunto de que estamos a tratar. Por falta de informações, por não sabermos onde procurar essas informações, por falta de acompanhamento nas redacções por parte dos colegas mais velho, por vezes, por falta de tempo, e, às vezes, perpetuam-se erros decorrentes dessa ignorância que não se compaginam com um jornalismo que ser deseja informativo/formativo e rigoroso.

 

 

Nestes dois dias de curso - em que se tratou de ossos e dentes, crimes sexuais, disfunções sexuais, doenças sexualmente transmissíveis, métodos de identificação de cadáveres, autópsias médico-legais e morte súbita - já consegui entender melhor alguns conceitos que utilizo na escrita de alguns dos meus trabalhos, mas cuja definição científica não estava completa ou estava deturpada, percebo melhor os passos que são dados desde a descoberta de uma vítima de crime até à chegada do processo em tribunal e por que razão há casos que demoram mais tempo a serem investigados do que outros, etc. Saio daqui mais rica em termos humanos e em termos profissionais, sem dúvida!




Segunda-feira, 23 de Março de 2009
Curso de Medicina Legal

Mudei-me temporariamente para o Porto. Esta semana, estarei a frequentar um curso em Medicina Geral na Facudade Portucalense. A Criminologia e as Ciências Forenses são duas das áreas que mais me apaixonam, por isso, tento manter-me o mais informada e actualizada possível. Não estranhem, por isso, se esta semana os posts andarem muito à volta destas temáticas.

 

 




Domingo, 22 de Março de 2009
Porque hoje é domingo...

 

 


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Sábado, 21 de Março de 2009
Sugestão de Cinema/Leitura

Quem gostar de animais, como eu, não deve perder "Marley & Eu", que estreou na quinta-feira. Baseado no livro com o mesmo nome, retrata a vida daquele que é considerado o pior cão do mundo pela família Grogan, que o odeia e ama ao mesmo tempo. Mas "Marley & Eu" é muito mais do que isso. É sobretudo um filme sobre o amor, a compaixão, o companheirismo, a felicidade, a amizade, o sentido de família. Se se emociona facilmente, aconselho a levar vários maços de lenços de papel.

 

 

Depois de ver o filme, por que não (re)ler o livro? Tem mais episódios e pormenores do que o filme e é uma boa forma de relaxar. É um outro modo de entrar nesta história envolvente. Eu li o livro assim que ele foi publicado em Portugal e adorei. Mas eu sou suspeita, claro, adoro animais!




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