... ou a arte de bem fazer política à portuguesa
Domingo, 30 de Novembro de 2008
Porque hoje é domingo...

... de um fim-de-semana prolongado (para quem pode!) e o tempo está frio e chuvoso, quero animar o vosso dia com este divertido video. Espero que gostem.

 

 

 




Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008
Onde está o regulador?

Algumas gasolineiras oferecem descontos de 12 cêntimos por litro ao fim-de-semana. A Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis afirma que, a esta altura, o preço do gasóleo e da gasolina já deveria estar abaixo de um euro por litro. No meio de tudo isto, o regulador não se pronuncia e o consumidor fica com a sensação que, de facto, lhe estão a ir ao bolso. Até quando? 




Domingo, 23 de Novembro de 2008
Porque hoje é domingo...

... e quem diz a verdade não merece castigo. Vejam com atenção esta entrevista passada num canal de televisão brasileiro.

 

 

 




Sábado, 22 de Novembro de 2008
Pauleta pendurou as chuteiras

Nem queria acreditar quando, no início da semana, o melhor goleador da Selecção Nacional anunciou o fim da carreira. E agora? Já não vou poder ver os seus passos espectaculares, os seus voos em campo, o seu sorriso liiindo, nem ouvir aquela pronúncia açoriana inconfundível em qualquer parte do mundo. Será que Pauleta não pensou nas suas milhares de fãs? Snif, Snif!

 




Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008
Desabafo!

Há muito tempo que não tinha uma semana tão má como a que hoje termina. Cheguei a pensar, como diz Rui Veloso numa das suas canções, que o mundo se tinha unido para me tramar. Estou completamente de rastos e desmoralizada. Mas sobrevivi! Felizmente, já estou de fim-de-semana. Vou poder descansar o corpo e a mente, reordenar as ideias e começar uma nova semana com energia renovada. Só falta mesmo uma massagem... assim... para o relaxante!

 

 

 




Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008
A Byblos fechou

Dois dias depois de eu ter, finalmente, visitado a Livraria Byblos, eis que surge a notícia do seu encerramento, devido a problemas económicos. Aquela que há um ano foi apresentada como a maior livraria do país, que ocupava uma área de cerca de 3300 metros quadrados nas Amoreiras (Lisboa) e oferecia 150 mil títulos, não conseguiu resistir à crise económico-financeira mundial.É sempre de lamentar quando uma livraria encerra. Não só porque são lugares de trabalho que se perdem, mas também a oferta cultural de um país fica mais pobre.

 

 

Não sei até que ponto não existiram erros de estratégia aquando do lançamento do projecto. Uma das situações que mais estranheza me causou quando entrei na Byblos foi o facto de aquele espaço enorme estar praticamente vazio de clientes. Sem exagerar, não chegavam à meia-dúzia. E o espaço é bastante agradável de se estar e com uma variedade enorme de produtos, desde livros, revistas, CD, DVD, videojogos, restauração, auditório, entre outros. O que me levou até lá foi, precisamente, um seminário de entrada gratuita.

 

 

Mas isto não é suficiente. O facto de se localizar numa zona não servida por estações de Metro representa uma menos-valia. A mais próxima situa-se no Rato e poucas são as pessoas que, como eu, estão dispostas a fazer o resto do percurso a pé. A inexistência de um cartão de clientes, que hoje em dia é como que sagrado em qualquer livraria, não ajuda a fidelizar clientela. E o sistema de catalogação dos livros é algo confuso. Não entendi por que razão os livros sobre a Igreja Católica e o cristianismo se encontram na estante da Mitologia. E também não compreendi (acreditem que me esforcei bastante) para perceber o critério de arrumação dos livros de literatura português e estrangeira. Se pelo primeiro nome do autor, se pelo apelido.




Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008
O Governo e o choque tecnológico

Portugal Tecnológico é o nome de uma exposição que está patente na FIL, em Lisboa, até ao dia 23 deste mês e que é apadrinhada pelo primeiro-ministro. Ou não fosse José Sócrates o grande defensor da importância de haver um choque tecnológico em Portugal. A começar pela Administração Pública.

 

Pena é que o primeiro-ministro e a sua equipa ainda não se tenham mentalizado que não basta oferecer às pessoas as ferramentas necessárias, é preciso também ensinar-lhes como utilizá-las da forma mais eficaz e organizar as equipas de modo a que as ferramentas tecnológicas permitam os resultados desejados. E nem sempre isso acontece.

 

Vejam este simples exemplo que se passou comigo recentemente. No dia 4 deste mês enviei um e-mail, através do site do Instituto de Segurança Social (ISS) solicitando uma informação tão simples quanto esta: "Necessito de uma declaração em como não tenho dívidas pendentes à SS. Posso pedi-la na loja do cidadão ou terá que ser nas vossas instalações? Quanto tempo demora a emissão desta declaração e quanto custa?" Três dias depois, recebi um e-mail da Unidade de Gestão de Atendimento do ISS dizendo que a mensagem foi encaminhada para o seviço competente. Como nunca mais obtinha resposta às minhas dúvidas, arranjei tempo para ir directamente à SS (passei horas da fila, acreditem) e resolvi o assunto pessoalmente. No dia 18 (ontem) recebi novo e-mail, desta vez do Centro Distrital de Lisboa do ISS informando-me, uma vez mais, que a mensagem foi encaminhada para o serviço competente. E hoje, qual não é o meu espanto, quando leio um e-mail de uma pessoa do ISS (não é identificado o serviço a que esta pertence) dizendo que a declaração solicitada já tinha sido emitida. Obviamente!

 

 

Isto só prova que se queremos esclarecer qualquer dúvida junto da Asministração Pública nada melhor do que dirigirmo-nos pessoalmente ao respectivo bancão. Nem que percamos uma manhã ou uma tarde em longas filas. Vale mais do que confiar do chamado choque tecnológico!




Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008
Há rotundas e rotundas

Diz o Código da Estrada que quem circula numa rotunda tem prioridade sobre os restantes veículos, exceptos se nesta existir sinalização vertical que diga o contrário. Mas como diz o velho ditado, "Não há regra sem excepção!"

 

 

 

Nesta rotunda, situada numa das entradas da Urbanização Tágides Parque, na Póva de Santa Iria, concelho de Vila Franca de Xira, essa regra não se cumpre. Quem vem das ruas Luís de Sá e Amália Rodrigues fica dentro da rotunda, mas tem que parar até ter oportunidade de poder entrar na Avenida D. Eduardo Veiga de Araújo.

 

 

Se a rotunda não está a cumprir a sua função, por que foi construída? Para sustentar o candeeiro de iluminação pública que foi colocado no centro? Há situações que, de facto, não consigo compreender!

 




Domingo, 16 de Novembro de 2008
Porque hoje é domingo...

Aviso: o seguinte audio contém linguagem que pode ferir a susceptibilidade daqueles que não têm poder de encaixe relativamente à linguagem popular ainda muito em voga no Portugal profundo. Aos outros, proporcionar-lhes-á momentos de boas gargalhadas. O país real no seu melhor!

 

 

 




Sábado, 15 de Novembro de 2008
Para que serve um polícia de trânsito?

A manifestação dos professores já tinha chegado ao Largo do Rato há um bom tempo, mas quem circulava na rotunda do Marquês de Pombal e quisesse seguir para a Rua Braamcamp continuava impedido de o fazer pelos agentes da PSP que ali permaneciam à espera de novas ordens. "Impedido" é uma força de expressão, não fossem os portugueses conhecidos além-fronteiras pelo seu chico-espertismo e por serem especialistas na arte do desenrascanço. E foi recorrendo a esses seus dotes que o condutor de uma carrinha entrou em contramão na Braamcamp sob o olhar impávido e sereno dos agentes, que nem se mexeram. E o condutor lá seguiu à sua vida, feliz e contente, por nem sequer ter sido admoestado por esta infracção ao Código da Estrada.

 

 

Obviamente que quem, como eu, assistiu a tudo, nem queria acreditar no que tinha acabado de acontecer. Talvez por isso, por sentir os olhares reprovadores dos transeuntes e por sentir que a sua autoridade estava a ser duplamente posta em causa, um dos agentes dirigiu-se a um segundo automobilista que tentava a mesma proeza, um homem já com os seus 70 anos, com as seguintes palavras: "Então o que é isto? Vá, vamos lá para trás". Claro que o idoso reclamou, invocou o caso do primeiro automobilista, a quem nenhum dos agentes ali presentes tentou sequer parar, mas de nada lhe valeu. Desta vez, o agente foi intransigente e decidiu cumprir o seu dever.




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