... ou a arte de bem fazer política à portuguesa
Terça-feira, 30 de Setembro de 2008
TMN e a protecção dos dados pessoais

Garantem-nos confidencialidade e protecção total dos nossos dados pessoais. Mas na era das novas tecnologias todos os cuidados são poucos relativamente a estas matérias. E muitas vezes, as empresas e entidade que deveriam dar um exemplo nesta área, são as primeiras a quebrarem as regras.

 

 

Recentemente, um familiar meu comprou um cartão TMN. Quando tentou registar-se na página web da empresa como um novo utilizador, o pedido foi recusado porque aquele número de telemóvel - que ele acabara de comprar - já estava registado. Através do mesmo site, e fornecendo o seu e-mail, solicitou a password do registo, que lhe foi prontamente enviada. E na posse dessa palavra-passe entrou, finalmente, como utilizador. Qual não foi o seu espanto ao verificar que o seu número de telemóvel que estava registado em nome de uma pessoa que mora em Lisboa (na zona das Laranjeiras) e que, além do nome e morada completos, tinha acesso ao seu número de identificação bancária.

 

 

O que se passou? Provavelmente, há muitos anos, aquele número de telemóvel terá pertencido a outra pessoa. Uma vez que não era utilizado há muito tempo (não sei qual o período obrigatório), a TMN reactivou o número e vendeu-o. Esqueceu-se, no entanto, de eliminar o antigo registo na sua página web, permitindo que o novo utilizador tivesse acesso a este. Imaginem só se o cartão fosse vendido a alguém menos escrupuloso, que utilizassem esses dados pessoais para fins menos legais.

 

 

Depois deste caso, passei a ser ainda mais cuidadosa no que diz respeito a facultar os meus dados pessoais via net. E aconselho: se perderem ou vos roubarem ou desistirem de um número de telemóvel, tenham o cuidado de verificar se os vossos registos nas respectivas operadoras são devidamente destruídos e não ficam disponíveis a qualquer um. Não vá o diabo tecê-las!

 




Segunda-feira, 29 de Setembro de 2008
O Momento da Verdade

Nunca fui apreciadora de reality shows, embora tenha tido sempre a curiosidade de entender o que leva tantas pessoas a candidatarem-se a programas onde a sua privacidade é literalmente dissecada à frente de milhões de telespectadores (será apenas a questão do avultado prémio monetário?). Muitos desses concorrentes serão capazes de encarar mal quem no dia-a-dia tecer qualquer comentário sobre a sua vida pessoal, mas não mostram qualquer pejo em falar abertamente disso sob os holofotes dos estúdios de televisão.

 

Tudo isto vem a propósito de O Momento da Verdade, transmitido pela SIC nas noite de segunda-feira. Nunca vi uma emissão do programa, mas já vi tantos resumos no Fátima e li tantas críticas e entrevistas dos seus intervenientes, que me sinto minimamente elucidade sobre o conteúdo do mesmo. Confesso que o que mais me perturba neste programa não é o facto de alguém admitir que já roubou ou que bate na mulher, por exemplo, mas sim o facto de os produtores do programa não verem qualquer problema em trazer estas confissões a público como se estas não constituíssem crime (já para não dizer que são moralmente condenáveis). E ainda defendem que os limites deste tipo de programas são a ética e a moral (sic).

 

 

Numa entrevista publicada na sexta-feira, na revista Notícias TV, o produtor de O Momento da Verdade, Piet-Hein Bakker afirma que não há "melhor maneira de denunciar este tipo de situações do que emitir um programa destes em horário nobre". Pergunto: se durante o processo de selecção um candidato confessar que bate na mulher ou que conduz sem possuir carta de condução, a produção ficará imóvel e esperará até à emissão do programa para que o crime se torne público? Mesmo que isso signifique, por exemplo, que a mulher do dito candidato continue a ser agredida por este? Na mesma entrevista, Piet-Hein garantia que não admitiria no programa pedófilos, nem homicidas. O que faria nestes casos: limitava-se a bani-los do processo de selecção ou denunciaria os crimes às autoridades policiais? Ficamos à espera das respostas.


Jamé...:


Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008
O suicídio dos polícias... e não só!

Na sua habitual crónica no diário "24 horas", Joaquim Letria dissertava hoje sobre os recentes casos de suicídio entre elementos das forças de segurança, recordando que só no espaço de cinco dias cometeram suicídio três militares da GNR e um agente da PSP. Recusando o argumento de que tais actos se deveram a "problemas passionais", Joaquim Letria critica a insuficiência do apoio médico e a desatenção das chefias destas forças de segurança para este tipo de situações. Infelizmente, não são casos únicos.

 

 

Cada vez mais, as empresas e instituições olham para os seus colaboradores não como seres humanos que são, mas sim como meros instrumentos de produção, facilmente descartáveis, facilmente substituíveis. A pressão a que todos nós somos diariamente sujeitos, o número de horas que vivemos nos nossos locais de trabalho, as ordens e contra-ordens que recebemos, a falta de diálogo entre os diversos níveis de hierarquia e o ouvir e calar a que somos obrigados levam-nos muitas vezes a cometer actos destes ou semelhantes.

 

 

As empresas e instituições desumanizaram-se. Não têm tempo, nem espaço para perceber por que razão um dos peões anda para a direita, quando todos os outros caminham para a esquerda. Limitam-se simplesmente a colocá-lo de lado e a substituí-lo. Atendendo à crise económico-financeira que o país atravessa, à precariedade no emprego e à falta de aposta na saúde mental dos portugueses, surpresa é que a taxa de suicídios em algumas categorias profissionais ou os casos de actos tresloucados não tenham aumentado.


Jamé...:


Sábado, 20 de Setembro de 2008
Chamam a isto serviço público?

Há medidas que, por mais que me tentem explicar o porquê de serem tomadas, não me convencem. Chegam mesmo a indignar-me enquanto cidadã e contribuinte deste país. O recém-criado projecto da Carris - Night Bus -, apresentado ontem pela secretária de Estado dos Transportes, é uma dessas medidas. A partir de agora, às sextas, sábados e feriados, entre as 22 e as 5 horas, quem quiser divertir-se e beber à vontade nos bares e discotecas do Bairro Alto e da zona ribeirinha tem à sua disposição os autocarros da Carris. Gratuitamente. E com intervalos de apenas de 10 minutos.

 

 

É preciso não esquecer que a Carris é uma empresa pública, há muitos anos com défices na ordem das dezenas de milhões de euros. Que para compensar a perda de receitas com o passe social recebe do Estado - ou seja, de todos nós contribuintes - indemnizações compensatórias anuais.

 

 

Este projecto foi lançado para, diz o  Governo, "potenciar a utilização do transporte colectivo, por forma a reduzir a taxa de sinistralidade rodoviária". Ou seja, reduzir o número de acidentes derivados do consumo excessivo de álcool por parte dos noctívagos. Esquece-se o Governo que a maioria dos que frequentam os bares e discotecas dessas zonas não vive em Lisboa e, por isso, num qualquer troço do trajecto até casa terá que pegar no automóvel. Ou arranjar boleia. Ou viajar de táxi. Ou ir a pé...

 

 

 

 Eu, uma das contribuintes que paga o défice da Carris apesar de não usufruir dos serviços da empresa, pergunto: é a isto que chamam serviço público? Por que razão quem vai trabalhar tem que pagar o passe mensal e quem vai divertir-se pode viajar gratuitamente nos autocarros da Carris? Por que é que quem vai trabalhar, está muitas vezes 15, 20, 30 minutos à espera de um autocarro e quem se vai divertir aguarda apenas 10 minutos? Por que é que os deficientes e seus acompanhantes, para poderem beneficiar do serviço especial da Carris, têm que pagar por este e quem se vai divertir não? Quem souber quem responda!

 


Jamé...:


Sexta-feira, 19 de Setembro de 2008
Choco frito... à moda de Setúbal!
Adoro choco frito! Sempre que vou a Setúbal e tenho oportunidade, almoço choco frito. Dizem que é um dos pratos típicos da região. Mas nunca um choco frito me tinha ficado atravessado na garganta como hoje, acreditem!
 
De férias, decidi ir com a família à cidade sadina comer choco frito. Depois de muito procurarmos, optámos por um restaurante situado na Rua dos Mareantes com o sugestivo nome "O Cantinho dos Artistas". Nem eu imaginava o quanto este nome se encaixava na perfeição nos responsáveis pelo restaurante.
 
Uma vez que o choco frito era prato do dia, pedimos choco frito para todos. Meia hora depois, e visto que nunca mais éramos servidos, perguntá-mos ao empregado se ainda demorava. Responde-nos que estava quase a sair. Dez minutos depois, insistimos e obtivemos a mesma resposta. Mais dez minutos, e já fartos de esperar pelo choco frito que era prato do dia, queixámo-nos a outro empregado e nos respondeu o mesmo: "Está mesmo a sair"! Cinquenta minutos depois de nos termos sentado - 50 minutos - fomos finalmente servidos.
 
Obviamente que não me calei. Como é possível que num restaurante se esteja 50 minutos à espera de um prato do dia? Enquanto almoçávamos ouvi um dos empregados a contar ao outro que tinha ido comprar o choco à pressa. Aí, percebi o que realmente se tinha passado. O choco frito constava na ementa para atrair a clientela. Quando nós perguntámos se havia, em vez de nos terem dito que não, preferiram deixarem-nos 50 minutos à espera, enquanto alguém foi comprar o choco à pressa, arranjá-lo e fritá-lo.
 
Pedi o livro de reclamações e registei a queixa. O dono do restaurante (que nunca se mostrou) queria que eu lhe mostrasse os meus documentos, pedido que recusei, como é claro. Aguardo agora que as entidades competentes me digam de sua justiça. E já agora, que a ASAE faça uma das suas visitinhas àquele Cantinho dos Artistas. Iam gostar muito do que lá iriam encontrar, acreditem!
 
 

Jamé...:


Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008
Nem tudo o que parece, é!

Li algures, esta semana, que dois empresários chineses pagaram milhões de dólares por uma pedra alegamente muito preciosa. Uma vez na posse da mesma, pediram a um avaliador para calcular o seu verdadeiro valor. Foi então que descobriram a fraude. A pedra, alegadamente muito preciosa, não passava de urânio empobrecido.

 

Há inúmeras situações em que o que parece ser aos nossos olhos, não o é na realidade. Seguindo este princípio, hoje deixo-vos aqui um desafio. Nesta foto aparecem alguns vegetais cultivados na horta dos meus pais. Aparentemente, parecem ser todos iguais.

 

 

Quem é que consegue dizer quantos tipos de vegetais aqui estão e de que espécie são?


Jamé...:


Terça-feira, 16 de Setembro de 2008
GALP vs Consumidores vs Governo

Se dúvidas existissem de que algo vai mal no mundo dos combustíveis em Portugal, o apelo feito hoje pelo ministro da Economia dissipou todas as dúvidas. Se até o próprio Manuel Pinho afirma que os preços da gasolina e do gasóleo "devem descer e depressa", uma vez que o preço da matéria-prima tem estado a descer nos últimos dias, é porque, de facto, os critérios aplicados para a subida e descida de preços não são os mesmos. Há muito que os consumidores se queixam de que as petrolíferas são bastante mais rápidas a subir o preço dos combustíveis do que a baixá-los. Do mesmo se queixou, esta semana, o presidente da ANAREC - Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis. E no meio de tantas críticas, qual a posição das petrolíferas?

 

 

Também ontem, o presidente da GALP (líder do mercado nacional) veio a lume tentar acalmar os ânimos, dizendo que a subida ou descida do preço dos combustíveis não depende apenas do preço do crude. Mas nada mais adiantou e duvido de que alguém tenha verdadeiramente acreditado nas suas palavras. Quando a própria Direcção Geral da Energia afirma que, em Portugal, em média, os combustíveis estão 16 cêntimos (= 32$00) mais caros do que o que seria normal, então é porque as petrolíferas não estão a jogar claro. Estamos, literalmente, a ser roubados!

 

 

Desde que esta escala de preços começou que os 30 euros com que habitualmente abasteço o depósito do meu carro já não são suficientes para o encher. E eu, que era cliente fiel da Galp, há muito que passei a abastecer na concorrência (principalmente, na AVIA) e passei a ter a preocupação de comparar os preços das diferentes gasolineiras por onde passo. 

 

 

Já é tempo mais do que suficiente para o Governo ter uma atitude firme e activa em relação a esta matéria.


Jamé...:


Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008
O regresso às aulas... com a casa às costas

Para centenas de milhar de estudantes portugueses, o dia de hoje ficou marcado pelo regresso às aulas. Para muitos, a entrada num novo mundo, totalmente por descobrir. Para outros, o reencontro de amigos e professores, o retomar de horários certos e dos tão impopulares TPC, dos exames e das notas. Como é tradição, no início deste novo ano escolar não faltaram as cerimónias oficiais de exaltação dos beneficíos da escola, nem as queixas dos pais, devido a obras que só agora arrancam, a turmas deslocadas, à falta de auxiliares de acção educativa, de material, de condições para a prática de exercício físico, etc., etc.

 

 

Para milhares de professores, hoje o dia de hoje ficou também marcado pelo regresso às aulas... e à sua vida de errante. Para os professores que mais uma vez foram colocados a quilómetros da sua residência, o dia de hoje não foi certamente de alegria. Pelo menos não de alegria plena. Que o diga uma prima minha, professora de educação física, residente em Salzedas (concelho de Tarouca), que este ano foi colocada numa escola em Chelas (Lisboa). No ano passado, esteve no bairro da Bela Vista, em Setúbal, no anterior, na Arrentela, no Seixal, e nos três anos anteriores, em Braga. Felizmente, durante estas andanças, teve sempre colocação durante o ano lectivo inteiro. Mas, como ela própria se queixa, nesta situação, é difícil comprar casa própria ou mesmo constituir família.

 

 

Sempre que um professor é colocado numa escola nova, recomeça o processo de contactar familiares ou amigos da zona (se os tiver) para arranjar alojamento, ou então, a saga de procurar um quarto ou um apartamento que possa dividir com colegas na mesma situação. Tarefa nem sempre fácil e nem sempre rápida e que exige, ano após ano, o recomeçar da vida. Andam, literalmente, com a casa às costas. Não entendo por que razão o Ministério da Educação, à semelhança do que o MAI faz com os novos elementos da GNR e da PSP, não faculta alojamento aos professores deslocados, mesmo que a troco de uma renda simbólica. Certamente que sem esta preocupação, os docentes teriam um outro ânimo para se dedicarem ao que é verdadeiramente importante: a formação dos alunos.

 

 

Já agora, à semelhança do que alguns colegas jornalistas já fizeram, pergunto ao nosso primeiro-ministro: se a escola pública é de tão boa qualidade (sic) por que razão os seus filhos estão no ensino privado?


Jamé...:


Domingo, 14 de Setembro de 2008
E de repente... fez-se escuro!

É legítimo esperarmos das entidades que prestam serviços públicos que os desempenhem de forma eficiente e, tanto quanto possível, célere. Principalmente, se pagamos antecipadamente para usufruirmos desse mesmo serviço. Há cerca de um mês, regressados a casa depois de um fim-de-semana prolongado, os meus pais encontram o passeio junto à garagem no estado que a foto documenta. Repararam também que o poste de iluminação pública era novo, mas que não tinha lâmpada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estranharam o caso. Não tinha havido qualquer aviso de que o poste ia ser mudado (foi o único na rua) e tratava-se do fim-de-semana do 15 de Agosto. No dia seguinte, segunda-feira, telefonaram para a EDP para perceber o que tinha acontecido, mas do outro lado responderam-lhe que não havia qualquer registo de ocorrência ou trabalho realizado naquela morada (?!). À noite, em conversa com vizinhos, souberam que o poste original tinha sido derrubado por um camionista no sábado à tarde e, por isso, o serviço de piquete da EDP tinha sido chamado. Assim sendo, como era possível o atendimento ao cliente nada saber? Cerca de duas semanas depois, e após muita insistência, o passeio foi finalmente arranjado e colocada uma lâmpada no poste. Não sei se como forma de recompensa ou não, bem mais forte do que as que existem na rua, ao ponto de à noite não ser necessário aceder a luz do quintal.

Numa empresa que tem como lema "Sinta a nossa energia", como é possível o serviço de apoio ao cliente não ter acesso, mais de 48 horas depois, ao relatório do que ocorreu numa situação daquelas, ainda para mais, quando esta ocorreu numa altura em que ningém se encontrava em casa? Mesmo tendo em conta que os serviços de reparação foram contratados a um empresa externa, não estará esta obrigada a comunicar à EDP em tempo (quase) real a realização destes?

É por casos semelhantes a este que muitas pessoas optam por denunciar os problemas primeiro os meios de comunicação social e só depois às entidades envolvidas nos mesmos. Quando, enquanto jornalista, as questiono por que razão optam primeiro pelos jornais e televisões, respondem prontamente: "Só assim é que eles se mexem"!
Infelizmente, em muitos casos, é bem verdade. 


Jamé...:


Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008
A dúvida

Não se trata de uma dúvida existencial, mas quase. O sinal que vos mostro na foto encontra-se no Parque Isidoro Guedes, em Lamego, na zona relvada. Nunca vi sinal semelhante, apesar de já ter viajado muito por este Portugal fora e não só. Confesso que tenho algumas dúvidas quanto ao seu significado. A minha mãe acha que quer dizer que é proibida a presença de animais no parque, mas a verdade é que noutras zonas existem placas a dizerem precisamente isso: "Proibida a entrada de animais". A mim parece-me mais que o sinal pretende dizer que os animais não devem fazer as suas necessidades nas áreas onde se encontram estes sinais. Mas a dúvida persiste. Alguém pode esclarecer-nos?


Jamé...:


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